QUAERIONGlossário ↗

Um grafo que explica
suas conexões.

A navegação visual e a consulta usam a mesma base: entidades, relações tipadas, fontes e passagens editoriais atribuíveis.

O que está implementado

  1. Ontologia editorial

    Nichos, segmentos, conceitos, pilares, organizações, superfícies de IA, serviços, fundamentos e cenários têm IDs estáveis. Relações como aplica, explica, pertence_a e componente_possivel preservam o significado da conexão.

  2. Procedência e estado

    Cada relação registra origem, destino, afirmação, fontes de contexto, passagens e estado editorial. Fato documentado, aplicação proposta, cenário e revisão pendente continuam distintos.

  3. Recuperação com expansão pelo grafo

    A consulta normaliza a pergunta, localiza registros por correspondência lexical e expande relações tipadas dos resultados relevantes. As passagens e caminhos ficam visíveis ao leitor.

  4. Exportação aberta

    851 nós, 1416 relações e 768 passagens são publicados em JSON e JSONL. São contagens do inventário, não indicadores de autoridade ou qualidade de resposta.

O próximo estágio de GraphRAG

A base atual realiza recuperação assistida por grafo. Ainda não executa geração por LLM, embeddings, detecção de comunidades ou resumos globais. Não é uma implantação do Microsoft GraphRAG.

Uma camada generativa precisa recuperar fontes adequadas, gerar respostas com citações das passagens, declarar lacunas e ser comparada com busca lexical e RAG sem grafo. O ganho deve ser medido; a aparência do diagrama não o comprova.

  1. Revisar o corpus

    Definições legadas sem sustentação granular continuam com revisão pendente. Textos antigos não são promovidos automaticamente a fatos.

  2. Indexar e avaliar

    Construir conjunto de perguntas por nicho, medir recuperação de fontes pertinentes, correção factual e validade das citações. Usar passagens originais e versões documentais.

  3. Conectar geração e controles

    Aplicar um modelo a contexto recuperado, com avaliação, orçamento, limites de uso e proteção contra instruções encontradas em documentos. Custos, latência e cobertura precisam de execução real.

  4. Acompanhar mudanças

    Fontes e superfícies de IA mudam. Registrar nova evidência com data e escopo, preservando o histórico de cada afirmação.

Como ler os cenários e impactos

Aplicações descrevem hipóteses de utilidade. Métricas definem o que coletar, com valor ausente até a medição. Cenários apresentam premissas, sinais e condições de invalidação; não recebem probabilidades inventadas.

O Aegis inspira a exploração do catálogo; AI 2027 inspira cenários com premissas e ramificações; AI 2040 ajuda a separar previsão de proposta normativa. O conteúdo e a ontologia do Atlas são próprios da Quaerion.

Referências da arquitetura